Posts tagged ‘livros’

Quebrando barreiras

When Lighting Strikes, Code Name Cassandra, Safe House, Sanctuary, Missing You, Diário de Princesa, A Princesa Apaixonada, A Princesa à Espera, A Princesa Rosa-Shocking, A Princesa em Treinamento, A Princesa na Balada, A Princesa no Limite, Princesa Mia, Princesa Para Sempre, A Garota Americana (1), A Garota Americana (2),  O Garoto da Casa ao Lado, Avalon High, Como Ser Popular, Ídolo Teen, Formaturas Infernais, Sorte ou Azar (Meg Cabot)

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Os Delírios de Consumo na Quinta Avenida, As Listas de Casamento de Becky Bloom, A Irmã de Becky Bloom, O Chá de Bebê de Becky Bloom, Lembra de Mim? (Sophie Kinsella)

Marcada, Traída, Seduzida, Chosen, Untamed, Hunted, Tempted. (P.C. Cast e Kristin Cast)

A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei (Marion Zimmer Bradley)

Vampiros em Nova York, Os Primeiros Dias, Vampiros em Nova York, Os Últimos Dias (Scott Westerfeld)

PS Eu Te Amo (Cecelia Ahern)

A Cabana (William P. Young)

O Beijo das Sombras, Frostbite, Shadow Kiss e Blood Promise (Richelle Mead)

Sepulcro(Kate Mosse)

Homem Cobra, Mulher Polvo (Içami Tiba)

Dewey, Um Gato Entre Livros (Vicki Myron)

Ufa, acho que esse ano é só!

FELIZ ANO NOVO E ATÉ 2010!!

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dezembro 31, 2009 at 3:00 pm 1 comentário

Meu emprego ideal

Sim, para aqueles que tiveram dúvidas, eu ainda quero ser jornalista. Não mudei de opinião, apenas… Achei um plano B.

Estava eu numa livraria comprando um livro (só pra variar um pouco). De boa, eu só estava olhando, na minha, quietinha, quando ouço uma mulher falando da Becky Bloom. E a conversa não estava lá tão positiva.

Naturalmente, como toda boa mulher, a moça em questão estava dizendo que se sentiu atraída pelo filme por se tratar de uma mulher consumista compulsiva (prazer, Nicole), mas não tinha gostado tanto assim do filme. A vendedora estava com o primeiro livro em mãos (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom), dizendo que este era o livro baseado no filme.

Não consegui me segurar!

Ok.

Eu até poderia ter tentado.

Fui até a mulher e disse na minha voz mais amável:

“Na verdade, o filme é completamente diferente do livro, além do mais, eles adaptaram os dois primeiros livros para o filme, o que deixou a coisa meio fraca.”

Badabim badabom.

A mulher me abriu um sorriso enorme:

“Você já leu todos?”

“Sim, e são todos ótimos, particularmente o último é com certeza o melhor”

Daí, a vendedora, ao perceber que estava falando com uma conhecedora do assunto rapidamente me perguntou:

“E esse aqui, é bom?”

Lembra de Mim? Nossa, fantástico, muito bom mesmo!”

A mulher rapidamente pegou o livro em mãos e virou para a vendedora:

“Ah, ótimo, então eu vou levar esse.”

A vendedora sorriu para mim enquanto a mulher tirava outro livro da prateleira e sorria para mim mais uma vez:

“E esse aqui (Um bestseller para chamar de meu), é bom?”

“Esse eu não li ainda” respondi “ Mas ouvi ótimas críticas”

A mulher colocou mais um livro na pilha e virou-se para a vendedora:

“Ah, você tem ‘A Reunião’ e ‘O Arcano Nove’ da Meg Cabot?”

“Sim, um minuto que eu vou buscar”

“Aproveita e pega para mim o ‘A Terra das Sombras’ disse eu antes da vendedora ir para a outra estante.

“Está começando A Mediadora agora?” me perguntou a mulher enquanto pegava Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e o colova em mãos, junto com o outro.

“Não, na verdade eu já li todos no começo do ano, estou comprando porque não os tinha e como a Meg está vindo para o Brasil, agora no segundo semestre, quero que ela os autografe para mim”

“As continuações são tão boas quanto o primeiro?”

“Ótimas” eu respondi com um sorriso enquanto pensava em quão ótimo era o Jesse.

A mulher ficou me observando e olhou para a minha bolsa, que eu comprei pela internet e está escrito “So the Lion fell in Love with the Lamb

“Você gosta de Crepúsculo?”

“Sim, mas recentemente descobri uma série que é dez vezes melhor”

“Qual?” perguntou a mulher com os olhos brilhando.

“Chama House of Night

Fui até a prateleira procurar pelo livro com aquela capa rosa chamativa, intituladoMarcada.

“Acredite, ele é mil vezes melhor. Tem um mistério como A Mediadora, vampiros como em Crepúsculo, e se passa numa escola, mais ou menos como em Harry Potter

A mulher colocou mais aquele livro na pilha.

Quando a vendedora chegou, a mulher já tinha seis livros em mãos. A vendedora ficou olhando para mim e para a mulher, sorrindo.

“Ah, esse livro também tem vendido bem” disse a vendedora se referindo ao livro de capa rosa.

“Sim, esse mês é que vai sair o próximo não é, Traída certo?” perguntei eu.

“Sim” confirmou a vendedora.

“São só dois?” perguntou a mulher.

“Não” respondi eu “Pelo que eu ouvi falar serão ou 9 ou 12 livros, mas os 5 primeiros já existem em inglês, e se quer saber, são ótimos”

“Que bom, mês que vem eu já virei pegar o próximo”

E antes que eu me desse conta a mulher estava anotando os títulos dos livros que eu estava recomendando…

Pois é… Saraiva, me contrata!

agosto 7, 2009 at 11:08 pm 4 comentários

Srta. Thermopolis

(não leia essa post se você não terminou de ler os 10 livros “Diário de Princesa” da Meg Cabot… e se você não leu ainda, está esperando o quê?)

Comecei a ler “Diário de Princesa” no início do ano, mais como uma leitura para relaxar. Eu tinha gostado dos dois filmes e já tinha lido outros livros da Meg. A curiosidade foi batendo e assim, em dois dias, já tinha lido o primeiro. Dando umas paradas aqui e ali para ler séries mais complexas, eu ia construindo uma amizade com a Mia.

Eu nunca achei que fosse encontrar alguém tão parecida comigo… Sério! Achava impossível alguém retratar uma personagem com as minhas características. Mas parece que eu estava errada.

Meg Cabot conseguiu. Tirando algumas coisinhas aqui e ali (como por exemplo o fato de eu não ser magrela, baixinha, vegetariana e princesa), todo resto está lá. O meu jeito de falar, de agir, de esconder certas coisas (eu também tenho o meu “Ransom My Heart”), de fazer burradas imensas… Chega a ser absurdo!

Por mais estranhas que algumas atitudes da Mia fossem, eu sempre via a possibilidade de fazer exatamente a mesma coisa. Mas acho mesmo que o ápice foi a briga dela com a Lily.

Na época eu estava sofrendo do mesmo jeito que a Mia; nas idas dela ao psicólogo eu eram quem prestava mais atenção nas histórias sobre cavalos (e ficava gritando com o livro porque a Mia não entendia). Chorei muito com ela, aprendi com ela e posso sim dizer que cresci com ela, por mais que ela seja mais nova que eu em toda a história.

Em sete meses consegui finalmente chegar ao fim da história, chorando e rindo ao mesmo tempo. Já estou acostumada a terminar séries muito longas e sentir falta depois – sou assim com Harry Potter até hoje. Mas decididamente hoje senti falta de não ter a Mia por perto para me fazer rir e pensar.

No fim de tudo passei a odiar a adaptação feita pela Disney, são poucas as semelhanças com o original. Fazer o quê? A Disney ainda não alcançou a sua auto-realização!

agosto 3, 2009 at 8:08 pm Deixe um comentário

I’m a bookaholic

Quando vi já estava totalmente acostumada com os delírios da Becky. Como nos conhecemos? Graças ao nosso vício em comum. Com um pequeno detalhe diferencial: o foco principal da Becky são roupas (e móveis, cadeiras, malas, brincos, sapatos, bolsas, camas, carrinhos de bebê, casamentos…) e o meus são livros.

delirios-de-consumo-de-becky-bloom-2

Entro todos os dias em sites como Saraiva e Submarino para ver quais estão em promoção. O que me dar de aniversário? Quem me conhece bem sabe que se quer realmente acertar no presente, basta me dar um livro.

E porque eu compro? Ora, além de enriquecer o meu vocabulário e aumentar a criatividade eu considero uma terapia. Posso ficar horas numa livraria sem o menor problema. Muitas vezes sou tirada de lá a força (a não ser que esteja na hora da sessão do cinema).

Sou normal? Claro que não! Quem nesse mundo é? Achei nos livros um conforto e uma extrema felicidade, a mesma que certas pessoas sentem quando compram roupas ou praticam esportes. Tudo que é demais faz mal, ler, comprar, estudar, comer, dormir, beber… A Becky é ficcional, mas não tem como não achar que o caso dela é um pouco mais problemático!

Apesar disso, aprendi algumas coisas com ela; tenho esperança de que quando eu precisar de dinheiro para comprar algum livro, um Luke ainda vai aparecer para me salvar!

confessions_of_a_shopaholic08

maio 1, 2009 at 4:21 pm Deixe um comentário

Aquele sobre cobras e polvos

… ou, como a minha família quase não faz sentindo!

Entre meu feriado movimentado (regado a shoppings, bolos, velas e música) separei alguns instantes para ler algo fora da minha literatura comum. Uma amiga passou em casa para de desejar parabéns e trouxe de bagagem um livro que disse que eu iria rir e gostar. E como não sou de desperdiçar conselhos literários, lá fui eu enfrentar “Homem cobra, mulher polvo” de Içami Tiba.

Hey, sou acostumada (e isso vai render um post mais tarde) com livros cheios de parágrafos, páginas, personagens e acontecimentos. Livros curtos e simples passam quase despercebidos em meio a tantas páginas lidas e relidas. Mas esse em especial me chamou a atenção.

No livro o autor defende a teoria de que o homem – uma cobra – é uma espécie de pedaço dos inúmeros tentáculos da mulher – um polvo.O que eu devo concordar: é a mais pura verdade!

A grande massa masculina que me perdoe, mas nós mulheres podemos fazer muito mais coisas ao mesmo tempo – com nossos oito tentáculos – do que os homens com sua única cauda (eu iria usar a palavra rabo, mas achei um tanto quanto ofensiva).

Eu vejo isso na prática. Meu irmão não se conforma como eu consigo ler um livro, ouvir música e assistir o jornal, tudo ao mesmo tempo e com uma concentração um zilhão de vezes melhor do que a dele, que, enquanto estou nessa maratona, joga no videogame – e ainda perde.

Bom, até ai a coisa ia fluindo que era uma beleza. Casos como a ida ao banheiro e ao shopping para fazer compras se encaixavam perfeitamente na minha vidinha cotidiana. Até a parte da Fórmula Um.

Entendam. Eu adoro Fórmula Um. Penso que seja a única coisa que consigo apreciar com meu pai num mesmo patamar de raciocínio; já tentei fazer isso com o futebol, mas a história de impedimento complica a minha vida.

E aqui está a coisa. Meu irmão é viciado em novelas. Quando eu digo viciado, é viciado mesmo, quase chego a pensar na hipótese de encaminhá-lo a um especialista, tamanha é a coisa.

E bem, Içami Tiba é categórico. Homens assistem Fórmula Um e mulheres as novelas. Se um homem senta para assistir a novela com a esposa logo a cobre de perguntas tentando se habituar a peculiar situação.

Aqui em casa é bem diferente. Meu irmão acorda me perguntando como foi a corrida, e eu – raramente – o questiono sobre o andamento da trama das oito. Enquanto estou aqui tenham uma certeza, meu irmão está acompanhando a nova novela das sete enquanto engole seu jantar.

Não sei se meu irmão veio com um defeito de fábrica, ou eu vim com habilidades a mais. Não que essa dúvida me consome todas as horas do dia. Não gosto da novela e amo o Felipe Massa.

Talvez meu irmão – como bom cobra que é – prefere as coisas mais simples da vida, como a trama básica da novela, já eu – como polvo em ação – consigo assistir a corrida e ler algum conto do Machado de Assis, tudo ao mesmo tempo!

No mais, se quiserem compreender um pouco mais do sexo masculino leiam “Homem cobra, mulher polvo” do Içami Tiba. E assistam “Ele não está tão afim de você”, é um filme fantástico e esclarecedor!

abril 13, 2009 at 8:14 pm Deixe um comentário

Crítica literária

Certa vez – na ocasião estávamos na bienal do livro observando estantes – uma pessoa veio me dizer que não achava os livros de uma específica estante bons. Não vou citar aqui os títulos dos livros e seus respectivos autores, basta que vocês saibam que eram livros destinados às meninas (normalmente entre os 10 e 14 anos, acho eu). São livros normalmente curtos (umas cem páginas) com temas típicos para essa faixa de idade: falam sobre meninos, brigas com os pais/professores e das angústias da adolescência.

Eu acenei com a cabeça concordando com a pessoa, afinal esses não são meus livros favoritos. Nunca parei pra pensar deste dia, que estava esquecido entre minhas lembranças, no fundo do meu cérebro. Mas hoje acordei pensando sobre o assunto.

Num país como o nosso são poucas as crianças que leem (ai ai). Afinal, não é todo mundo que tem condição de gastar em média trinta e poucos reais num livro (eu mesma acho isso um absurdo, mas a tentação é forte demais). Mães e pais que trabalham não tem tempo de ler estórias infantis para seus filhos antes de dormir, e o ensino público já tem tantos problemas que pensar em exigir a leitura é um tanto utópico.

Ninguém começa a ler pelos livros mais complicados. O estímulo de quem lê regularmente vem das estórias como “O Patinho Feio” e “Os Três Porquinhos”, lidas por pais, babás ou professoras pré-primárias. Mais tarde é que livros como “Droga da Obediência” e “O Gênio do Crime” começam a surgir. É nessa época que esses “livros ruins” – ditos pela pessoa no início do post – pipocam entre as rodinhas de meninas.

Ora, leitura é leitura. Se você lê “Senhor dos Anéis” ou “Crepúsculo” não importa. Você está lendo, adquirindo vocabulário e melhorando sua escrita. Uma criança que lê será um adulto capaz de argumentar e escrever melhor. Com o tempo adolescentes que hoje leem Harry Potter vão pegar gosto pela literatura dita mais complexa (eu considero Sagarana um livro complexo, mas vai da opinião de cada um).

Ao começar com os Irmãos Grimm, passando para Pedro Bandeira ou direto para J. K. Rowling, Stephenie Meyer, Philip Pullman, J.R.R. Tolkien ou C.S. Lewis, livros como “Cidade e as Serras” (Eça de Queirós) ou “Dom Casmurro” (Machado de Assis) serão mãos fáceis e se tornarão mais apreciados (ou não, Iracema ainda não me desce!).

Com o tempo, a leitura que começou com “livros ruins” pode passar para coisas mais complexas, como…

Ah bom, não cheguei nessa fase ainda, tenham calma!

março 8, 2009 at 3:01 pm Deixe um comentário

Síndrome de Becky Bloom

… ou, o pecado rejeitado!

A gula é quase um pecado rejeitado. Afinal, ninguém gosta de assumir que come descontroladamente (a não ser chocolate, em algumas ocasiões). A gula sempre esta lá abandonada, jogada às traças e às baratas (eca!), desprezada pela maioria esmagadora de mulheres ao redor do globo.

Agora, o que toda a mulher gosta? Podem perguntar por ai. O verbo comprar habita 9 entre 10 vocabulários femininos. É um fato comprovado até cientificamente, e temos exemplos até pra seguir. Quem afinal, não gostaria ser por um dia Becky Bloom (Série Shopaholic, por Sophie Kinsella). Comprar, comprar, comprar!

Mas vejam só uma coisa interessante sobre o pecado Gula. Ele não se restringe apenas as comilanças cotidianas. Mas sim a tudo o que possuímos, mas que de alguma forma não precisamos.

Você deve estar ai, balançando a cabeça freneticamente para a direita e depois para a esquerda, pensando: “Oras, eu realmente precisava dos quatro pares de sapatos que comprei ontem. E das duas bolsas, e das calças…”.

Ai está. É por isso que gosto tanto da Gula. Cometemos o pecado, mas não sabemos disso. O que é uma forma de mantermos nossa consciência cinqüenta por cento limpa, já que só ligamos a gula aos milhões de chocolates ingeridos no dia anterior.

Mas interiormente não acredito que isso não nos salve de sermos levadas ao inferno de Dante, junto com os corruptos e mentirosos… Ah, qual é? É só mais um sapato poxa!

(post escrito para concorrer a uma vaga no Tudo de Blog 2009)

fevereiro 4, 2009 at 9:36 pm Deixe um comentário

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Quem?

Paulistana facilmente encontrada perambulando pelos números da Rua Piauí nos horários comerciais. Nascida no ano de 1990, o que me poupa trabalho de atualizar e fornece a você a oportunidade de mexer com números! Começando a exercer a função de bixete e virando foca!

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