You may say I’m a dreamer

Em 2010 eu gostaria de ver a África do Sul ganhar a copa e menos pizzas em Brasília. Seria legal se o mundo realmente levasse o aquecimento global a sério, que voltassem seus olhos para a para os que morrem de fome e que finalmente aparecesse uma solução para os conflitos em Israel.

Mas bem, não sejamos otimistas, o Brasil pode ganhar a copa, porém a nossa pizzaria mais famosa não vai desistir tão cedo, todos vão continuar poluindo feito loucos, nada vai ser feito a respeito dos milhões de fome e as bombas vão continuar a passear alegremente entre palestinos e israelenses. É provável que tudo continue como está.

Mas eu posso sonhar, não posso?

…you may say I’m a dreamer, but I’m not the only one…

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dezembro 12, 2009 at 10:39 pm 1 comentário

Leite, pêlos e livros…

Eles têm quatro patas, muito pêlo, uma língua áspera, olhos enormes e muito carinho para dar, mas acreditem em mim, eles não latem, não pulam por ai quando você chega ou trazem o graveto quando você joga longe.

Gatos são especiais, eu sempre soube disso. Meus pais tinham gatos antes mesmo de eu nascer, e com eles adquiri essa paixão. Quem não entende isso é porque nunca teve um gato entre suas pernas, ou então recebeu uma lambidinha no rosto quando estava prestes a desabar de tanto chorar. Eu sei porque tenho duas anjinhas aqui em casa que estão ao meu lado sempre que eu preciso, são elas que em noites frias esquentam meus pés, e que eu dias de sol estão estiradas no chão, formando uma massa mole, quente e cheia de pêlos.

Acho que já faz uns seis meses quando achei o “Dewey, um gato entre livros” numa das milhões de páginas do submarino. Na época fiquei doida pelo livro, mas já tinha batido a cota mensal de livros que a conta do meu pai suporta, então tive que deixar pra lá.

Mês passado o livro finalmente chegou em minha mãos. Eu, chorona assumida que sou, logo no começo já estava com lágrimas nos olhos. A história é comovente do início ao fim, é fácil se identificar com alguns momentos entre Dewey e Vicky, o amor que um tinha pelo outro era imenso, intenso e prazeroso, amor que – acredito eu – todo o gato está disposto a dar.

Mas, a seu modo, Dewey era diferente e marcou toda uma cidade, marcou com seu amor, com seu carinho e disponibilidade que tinha para como todo mundo. Impressionante como, ao fim de sua vida, Dewey – já todo debilitado pela idade – deixava que as pessoas o pegassem no colo – muitas sem saber direito como pegar. Ele ajudou muitas pessoas a saírem da tristeza só com seu olhar e atenção. O livro transmite bem a missão que Dewey tinha como o povo de Iowa, ele marca sua vida!

dezembro 11, 2009 at 4:54 pm Deixe um comentário

Somebody like me

Quando era mais nova queria muito uma irmã gêmea, nós seriamos inseparáveis, melhores amigas, dividiríamos todos os segredos e enfrentaríamos os problemas juntas.

Mas bem, não dava para minha mãe me dar uma irmã gêmea assim, de uma hora pra outra, e eu tive que me contentar em ser só eu…

Anos depois eu descobri uma coisa com isso: eu posso não ter uma irmã gêmea (que nasceu grudada comigo e que seja igual a mim fisicamente), mas tenho amigas que executam brilhantemente esse papel, e que para mim são minhas gêmeas eternas!

dezembro 7, 2009 at 6:27 pm Deixe um comentário

Valeu amiga!

Toda a mulher passa pela mesma coisa lá pelos 12/13 anos, e comigo não foi diferente, fui uma das primeiras da minha turma e logo corri para contar para a minha melhor amiga – só não contava com a criatividade que ela teria ao me tirar no amigo secreto.

Quando chegou a hora de trocar os presentes ela logo se levantou e começou a falar as dicas da pessoa que ela tinha tirado. Claro que foi fácil identificar que eu era a premiada. Antes de abrir o presente ela disse que foi a mãe dela quem escolhou, e tinha certeza que ia ser  útil. Sabem o que era? Uma necessarie com divisórias para absorventes!

Sim, ela falou isso na frente da sala inteira!!!

dezembro 3, 2009 at 2:29 pm 3 comentários

Eu e os Winchester

Se eu, em algum dia glorioso da minha existência, cruza-se com Jared Padalecki e Jensen Ackles (de preferência durante a Comic-Con) eu provavelmente ficaria olhando durantes uns dois minutos (admirando a vista) e ensaiaria 350 milhões de discursos. Tudo isso para – com certeza – estancar no meio do caminho, empacar feito burro e observar Sam e Dean Winchester passarem diante dos meus olhos.

Mas aposto que eu sairia desse quase encontro (sem um autógrafo ou uma foto) com um sorriso enorme e saltitando feito louca!


Carry on my wayward son

There’ll be peace when you are done

Lay your weary head to rest

Don’t you cry no more

dezembro 1, 2009 at 8:40 am 2 comentários

O que eu aprendi: um semestre e muitos problemas depois…

A profissão de jornalista era um sonho de criança, daqueles que entram na cabeça e não saem nunca mais! Mas era tudo meio romantizado demais, perfeito demais.

Hoje, após um semestre de faculdade tenho outra visão: a entrevista tem que ser pensada com dias de antecedência, mas TUDO pode mudar de um segundo para o outro; antes de sair por ai tendo mil e uma ideias é preciso por os pés no chão; acredite, é possível que você não tenha uma ideia boa de pauta, e com isso vai acabar fazendo sobre algo que você não gosta; existe a possibilidade de você achar que teve a MELHOR ideia do mundo, mas o seu editor/professor/carrasco/etc não pensa a mesma coisa que você! Resumo da ópera: o jornalista é aquele que corre atrás da informação – custe o que custar – passa por poucas e boas, não é tão valorizado e ganha pouco.

O jornalismo nacional está longe de ser perfeito. A informação está na mão de poucos, existem assuntos que têm pouca – ou nenhuma – relevância na hora de contar uma notícia e faltam histórias. Não aquelas sobre o mais novo escândalo de desvio de verba no Senado ou os assassinatos na linha amarela, faltam histórias de pessoas comuns, que vão além do dinheiro e da fome. Falta também a vontade de contar uma boa história!

Muitas coisas eu não sabia, e outras eu não queria ver. Entrei nessa coisa toda com a vontade de estar em outro lugar, mas feliz por estar cursando aquilo que eu queria desde o começo. Tive problemas com professores, me irritei com certas pessoas e quase explodi com tantos trabalhos, mas apesar de tudo… Que venha o segundo semestre!

Depois de umas boas férias, é claro!

novembro 29, 2009 at 10:30 pm Deixe um comentário

No tão temido dia 21 de novembro de 2012…

Eu provavelmente estarei cercada das pessoas que eu amo, dando uma festa, rindo muito e me divertindo, quer faça sol ou chuva de meteoros. Mas, isso já não aconteceu em alguma novela por ai??

novembro 18, 2009 at 9:02 am 1 comentário

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Paulistana facilmente encontrada perambulando pelos números da Rua Piauí nos horários comerciais. Nascida no ano de 1990, o que me poupa trabalho de atualizar e fornece a você a oportunidade de mexer com números! Começando a exercer a função de bixete e virando foca!

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