Homem Objeto

janeiro 16, 2009 at 9:52 pm Deixe um comentário

Estava eu essa semana tendo uma discussão muito sábia realista com a minha mãe. Tudo isso porque o nosso carro as vezes entrar numas crises bizarras e resolve não sair mais do lugar. E isso é um problema. Porque sempre que temos algo de importante pra fazer o carro faz cara feia, mostra a língua e desiste da vida. Toca corrermos para o mecânico atrás de uma solução para o problema. Eu sempre disse que deve ser TPM, mas ninguém nunca acredita em mim. Convenhamos que nesse tipo de assunto nem eu mesma confiaria na minha pessoa, mas ok!

O caso é que minha mãe disse, ao abrir a parte da frente do carro (peço desculpas aos entendedores da coisa toda, sou leiga) para ver o que estava de errado na última vez que o ele desistiu da vida, que deparou-se com milhões de engrenagens e peças bizarras (que eu teoricamente deveria saber o nome depois do CFC) que ela nem sabia onde começavam nem onde terminavam. Segundo ela em todas as peças ela podia jurar que a palavra MARIDO estava escrita em cores fortes e berrantes.

Eu disse a ela que todos os carros deveriam vir com esse aviso importante, no melhor estilo “favor contactar o marido responsável por este veículo”. Afinal, é um tanto quanto perigoso deixar carros completamente indefesos nas mãos de mulheres que nem sabem o que estão fazendo.

Não estou dizendo de forma alguma que as mulheres não deveriam saber mexer em carros. Acho super válido para a mulher moderna saber trocar um pneu, conhecer o barulho que o carro faz quando os freios estão gastos… Tudo é possível no mundo de hoje. Tenho certeza que a mulher sabe lidar com a graxa muito melhor que os homens, que na sua grande maioria não se importam com as unhas pretas e carcomidas.

Um objeto homem. É disso que precisamos. Alguém que troque o pneu quando precisamos, que leve o carro ao mecânico. Sem é claro os defeitos de fábrica que acompanham. Toda a complexidade da cabeça masculinha poderia até vir com manual de fábrica. Sem aquela história de trás a cerveja pra mim ou do jeito meio ogro de ser natural dessa espécie.

O quê? Eu posso sonhar, não posso?

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Sonhos Quatro virgula cinqüenta e cinco séculos

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Paulistana facilmente encontrada perambulando pelos números da Rua Piauí nos horários comerciais. Nascida no ano de 1990, o que me poupa trabalho de atualizar e fornece a você a oportunidade de mexer com números! Começando a exercer a função de bixete e virando foca!

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