-Fora os professores de mau humor (eles são particularmente irritantes em dias… Bem, em todos os dias);
-Chega de cadeiras pequenas e duras (almofadas e grandes são bem mais agradáveis);
-Mais ventiladores silenciosos (será o fim das salas abafadas porque os professores precisam de silêncio);
-Janelas maiores (com vistas agradáveis de preferência);
-Aulas ao ar livre (curtir o sol na pele enquanto se estuda tem que melhorar o desempenho das pessoas);
-Comidas com mais sabor e menos gordura (aqueles lanches da lanchonete têm que ser trocados por coisas assadas e mais saudáveis);
-Aulas mais interativas (já que eu não posso acabar com a física, porque não torná-la mais prática e fácil de entender?)
-Implantação de armários (nada mais de ficar levando quilos e quilos de livros para a aula)
-Aulas de música, teatro, desenho, computação, etc. (optativas, assim alunos que não gostam de determinadas matérias não serão obrigados a frequentá-las e consequentemente não irão atrapalhar que estiver afim da aula);
-Uniforme (ele continua, mas os alunos é que serão responsáveis pelos modelos, cores, etc)
Idéias utópicas?
agosto 23, 2009 at 6:45 pm
Eu poderia falar aqui da professora de gramática (que me chamava de tranqueira tagarela e é a que detém os direitos autorias desse vocativo) ou da de química (que num dia, repleta de sabedoria, disse que eu deveria agradecer por não existir “tendinite lingual”), mas elas nunca me viram chorando por precisar de muitos pontos para fechar o trimestre, ou com raiva por não conseguir aprender aquilo que eu mais tinha desejo de saber.
Era meu teacher quem mais vibrava por cada décimo que eu conseguia a mais; quem sempre me garantiu que eu nunca repetiria de ano em inglês; quem mais cobrava, cada início de mês, pelo exemplar do jornal que eu era colaboradora. Mas acima de tudo, foi ele quem fez um discurso sobre mim na frente de uma sala toda de primeiro ano, falando como sem dúvida eu era a melhor aluna que ele tinha, não pelas notas, mas sim pelo meu esforço de aprender.
Se hoje eu ando com as minhas próprias pernas em inglês o maior crédito vai para ele, por nunca ter desistido de mim!
junho 27, 2009 at 9:05 pm
Passaram por aqui: