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Decretei… Fevereiro 26, 2009

Posted by Nic in Especiais.
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Feriado internacional!

Ok, quem decretou foi o Papa (não exatamente ele, mas bem… Ele que manda e desmanda acho nessa história toda)! Mas o que vale é a intenção!

Dia 11 de Abril de 2009 (vulgo meu aniversário) é sábado de aleluia!

É, estou feliz por isso… Mas mais feliz ainda porque esta blogueira que vos fala (digita ou enfim) teve seu blog selecionado no Tudo de Blog da Capricho!

Pois bem seu Papa… Fiquei mais feliz com o TDB. Afinal, todo mundo viaja na Páscoa, e eu só ganho chocolates de presente!

 

E o TDB… É o TDB, simples assim.

Minha geladeira, minha vida. Fevereiro 24, 2009

Posted by Nic in Divagações.
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Sempre gostei de ímãs, são objetos tão divertidos com toda aquela coisa de pólo norte e sul. Eu costumava ter uma geladeira cheia deles, de todos os tamanhos, formas e cores. Eles ocupavam minha geladeira de cima a baixo. É claro que existiam ímãs que eu não gostava muito, mas bem… Eles estavam ali. Eu podia conviver com eles.

O maior inimigo dos ímãs são, com toda a certeza, as crianças pequenas. Elas os adoram. Brincam com eles, os colocam fora de ordem. E na minha geladeira não era diferente. Crianças iam e vinham, e uma vez ou outra, quando brincavam alegres e contentes, alguns dos meus ímãs encontravam seu destino no chão, normalmente quebrados e destruídos.

Não me entendam mal, mas aqueles ímãs que eu não gostava muito sempre ficavam mais embaixo. Ao alcance das pequenas mãozinhas desastradas. Mas existiam outros. Outros que eu não suportaria perder na guerra entre mãos infantis e gravidade. E eles estavam sempre ali. Bem no alto da geladeira, fora do alcance de qualquer mão descuidada.

Eu os arrumava em fileiras, um ao lado do outro. Eles não reclamavam. Podiam conviver juntos, sem grandes problemas. E lá eles iriam permanecer – por mim – por toda a eternidade, ou até o fim da minha vida (ou o que viesse primeiro). Outros ímãs iam e vinham, fazendo parte daquela vida na porta da geladeira. Alguns eram promovidos e eu os enviava ao topo, junto com os meus favoritos. Tudo da mais perfeita paz.

Um dia ganhei um ímã novo. Diferente de todos aqueles que eu já tinha. Colorido e alegre. Este ímã foi subindo rápido da escala social da minha geladeira. E dentro de pouco tempo já estava completamente enturmado com o escalão mais alto dos ímãs. O problema surgiu quando um dos meus ímãs mais querido e protegido foi contra a aceitação daquele ímã novo. Não sei se tinham pólos diferentes, energias magnéticas… Vejam bem, nunca fui boa com física, só entendia dos meus ímãs.

A vida na geladeira começou a ficar difícil, meu ímã antigo e querido se revoltou. Mas com o tempo eu consegui dobrá-lo, foi difícil, um trabalho árduo e quase fatal, porém o novo ímã estava aceito, se tornando um dos meu favoritos. Eu tinha agora dois ímãs muito queridos, dividindo o posto de meus favoritos, lado a lado. A paz voltou a reinar.

Até a chegada de uma nova criança. Ela era alta e levada. E sem que eu sequer visse conseguiu alcançar o nível mais alto da geladeira. Não consegui impedir. Meus dois ímãs favoritos sucumbiram às mãos malvadas daquela criança grande.

Eu tentei recuperá-los. Mas o ímã mais antigo estava destruído, completamente em pedaços. O novo sofreu uma rachadura, mas após uma boa dose de cola consegui grudá-lo novamente à geladeira.

Mas o meu ímã mais antigo estava completamente detonado. Eu chorei por algum tempo. Eu sabia que tinha tentado de tudo para salvá-lo, mas pelo jeito, meus esforços tinham sido em vão.

Como se não bastasse a minha tristeza pelo ímã perdido uma nova situação estava me deixando ainda mais machucada. Apesar de por fora estar tudo bem, o meu outro ímã não conseguia mais ficar no topo. Algo o puxava pra baixo. Junto com os outros, fora da segurança.

Eu tentava puxá-lo pra cima, junto aos outros. Mas ele insistia em ficar embaixo. Por enquanto ele ainda está inteiro, mas nunca se sabe quando outra criança vai aparecer para brincar com os meus ímãs. E deixá-los cair junto ao chão, em frangalhos.

Chamem Scully e Molder! Fevereiro 20, 2009

Posted by Nic in Rotina.
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Não sou de acreditar em Ets. Fantasmas podem até existir, junto com essa coisa de alma de tudo mais. Mas como nunca presenciei um evento ao melhor estilo de Supernatural não posso dizer realmente se acredito 100%.

Ok. Pode ser que a minha dose nada homeopática de Dean e Sam Winchester tenha influenciado um pouco o frio da espinha e tals. Mas hein, é totalmente estranho.

Vamos ao acontecido: estava eu terminando de assistir um episódio aleatório (não lembro exatamente qual agora) da segunda temporada de Supernatural. Depois disso eu ia ceder a pressão do meu irmão e deixá-lo usar o PC um pouco. Antes de liberar a área conectei o meu celular na USB para passar o novo CD da Lily Allen (que por sinal está fantástico).

Só que como o meu PC é completamente de lua/lufo ele simplesmente desligou antes que eu tivesse a chance de terminar a transferência das músicas. Pois bem, meu PC ta meio idoso e tal, tem que ter paciência com ele…

Por isso deixei pra lá e dei uns dez minutos de break para a minha máquina idosa. Fui para a sala e – já que estava meio sem nada pra fazer – fui terminar de preencher os convites do chá de bebê de uma amiga (e essa história toda merecerá um post, mas tarde). Liguei as músicas do celular no alto falante e fiquei lá, recortando papéis de grampeando nos convites ao som do It’s Not Me, It’s You.

Num certo momento da coisa toda, meu irmão pegou meu celular e começou a fuçar nas músicas. Até ele chegar na música “He Wasn’t There”.

Veja bem, essa é a música que originalmente eu estava colocando no meu celularMas, não foi essa que tocou. Eu até colocaria aqui. Mas não achei um jeito. Sorry!

Enfim… No início eu achei que o meu irmão tinha passado de música só pra me irritar. Briguei com ele e mandei voltar na música que estava. Ele voltou, e tocou a mesma coisa.

Comecei a achar que eu estava ficando completamente louca. Afinal, não era essa a música que eu estava ouvindo antes. Mas deixei passar e continuei a grampear os papéis nos convites.

Quando terminei voltei-me para o meu PC. Ele, já descansado, voltou a funcionar normalmente, e eu resolvi terminar de transferir as músicas pro celular. E foi bem ai que percebi que o áudio que estava no meu celular não tinha nada a ver com o que estava tocando no Itunes!

Arquivo corrompido. Foi o que eu pensei. Afinal, a transmissão foi interrompida pelo meu PC idoso. Nada de anormal.

Sei lá. É completamente compreensível o que aconteceu certo? Deu erro, ficou tudo misturado, e no lugar da Lily Allen me veio de presente uma melodia estranha. Sim, é completamente uma coincidência que a tal melodia tenho um ritmo bizarro. Ah sim, lembrando que eu não entendo patavinas de ritmo e melodia.

É, isso tudo é reflexo da minha mente esperando que o Dean e o Sam apareçam aqui em casa para acabar com o demônio/espírito que se apossou no meu celular!

Com certeza!

Forever and for always* Fevereiro 10, 2009

Posted by Nic in Divagações.
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Estava eu sentada tranqüilamente no caixa da loja dos meus pais, lendo Ídolo Teen (Meg Cabot) e ouvindo o enorme barulho da chuva que caia lá fora. Engraçado, é só começar a chover que a fachada da loja enche de gente fugindo da tromba d’água. Mas hoje esse hábito de fugir do aguaceiro me chamou a atenção para um caso em particular.

Um casal de velhinhos, lá para os seus 80 anos, parou dentro da loja para se esconder da chuva que caia. A mulher portava apenas uma bolsa já bem surrada pelo uso e um guarda-chuva. O homem (seu marido, por minha inicial dedução, já que ambos usavam alianças fininhas e douradas em seus anelares) tinha em mãos dois RGs , acredito eu que foram usados no ônibus. Eles eram bastante simples por sinal, roupas bem modestas e frágeis sandálias nos pés.

As rugas do velho senhor se enrugaram (se é que se pode falar assim) ainda mais ao reparar que eu os observava com certo interesse. A senhora de cabelos brancos sorria para mim enquanto abria o guarda-chuva.

Seu marido apressou-se em segurar o guarda-chuva e abraçar a mulher pelos ombros, trazendo-a mais para perto para que ambos pudessem caber debaixo da pequena proteção à chuvarada.

Acenaram com a cabeça para mim, ambos sorrindo, e entraram na tempestade.

 

 

Curioso observar que hoje em dia é difícil ver um casal idoso andando de mãos dadas na rua – ou dividindo uma sombrinha.

Quantos de nós teremos esse prazer ao envelhecer junto com aquela pessoa amada, com a mesma paixão de jovem?

Apreciar os netinhos lado a lado na cadeira de balanço não parece mais ser a aspiração dos casais modernos (que se separam tão rápido quanto se casam).

Seria errado desejar envelhecer ao lado de um homem/mulher que anda abraçado/a com você debaixo de um minúsculo guarda-chuva?

Espero realmente que não…

 

*Referente ao vídeo clip da música Forever and for Always da Shania Twain

Aventura quase aquática Fevereiro 7, 2009

Posted by Nic in Hunf!.
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Sempre adorei uma chuvinha. Sabe como é. Refresca e coisa e tal! Nunca reclamei dos pingos que aparecem por aqui nessa época do ano. Mas hoje São Pedro passou de todos os limites!

Primeiro veio o vento endiabrado! Depois os trovões e raios (até deu pra lembrar de certo livro da Meg Cabot que eu estou lendo). Mais vento. Mais raios e mais trovões. E de repente… Veio a água!

Mas hein. Dizer que aqui em Cotia choveu é ser no mínimo otimista. Apesar de eu não encontrar uma palavra mais apropriada para o que aconteceu. E na falta dela usaremos a convencional. É, começou a chover…

Mentira. Parecia mais que São Pedro tinha despejado um balde imenso de água sobre a minha casa. É, isso descreve bem a situação.

Voltando…

Choveu… Choveu mais… E continuou chovendo mais um pouco..

Até que a luz acabou!

Ah sim. Tem um detalhe. Antes da luz acabar eu estava assistindo um episódio da segunda temporada de Supernatural… E bem… Foi meio assustador!

Mas não acabou por ai!

Um fato que precisa ser mencionado pra coisa toda fazer sentido: eu moro numa casa de madeira. Com telhas. E cada vez que uma telha sai do lugar abre-se um buraco no teto… Que atravessa os buraquinhos mínimos do teto, que é de madeira, até chegar ao chão, na cama, na mesa… Ou o que vier primeiro.

Já deu pra sacar não? Tava ventando. As telhas saíram do lugar. E quando chegou a chuva…

Primeiro foi no quarto do meu irmão, onde eu estava fazendo as minhas unhas (melhor iluminação sabe). E quando eu sai do quarto pra avisar a minha mãe sobre o pinga-pinga… Vejo um dilúvio no quarto dos meus pais. Primeiro uma, depois duas, três, quatro, cinco, seis… Jesus!

Daí foi aquela correria. Era balde pra cá… Empurra-empurra pra lá. Tava o caos!

Segundo o meu pai a Raposo Tavares ficou interditada, nossa rua virou um rio e mais da metade das casas da região ficaram sem luz. Mas eu estava mesmo era preocupada com os baldes cheios de água que habitavam a minha casa!

Glub, Glub, Glub…

bubble_kiss_by_sugarock993

Síndrome de Becky Bloom Fevereiro 4, 2009

Posted by Nic in Divagações.
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… ou, o pecado rejeitado!

A gula é quase um pecado rejeitado. Afinal, ninguém gosta de assumir que come descontroladamente (a não ser chocolate, em algumas ocasiões). A gula sempre esta lá abandonada, jogada às traças e às baratas (eca!), desprezada pela maioria esmagadora de mulheres ao redor do globo.

Agora, o que toda a mulher gosta? Podem perguntar por ai. O verbo comprar habita 9 entre 10 vocabulários femininos. É um fato comprovado até cientificamente, e temos exemplos até pra seguir. Quem afinal, não gostaria ser por um dia Becky Bloom (Série Shopaholic, por Sophie Kinsella). Comprar, comprar, comprar!

Mas vejam só uma coisa interessante sobre o pecado Gula. Ele não se restringe apenas as comilanças cotidianas. Mas sim a tudo o que possuímos, mas que de alguma forma não precisamos.

Você deve estar ai, balançando a cabeça freneticamente para a direita e depois para a esquerda, pensando: “Oras, eu realmente precisava dos quatro pares de sapatos que comprei ontem. E das duas bolsas, e das calças…”.

Ai está. É por isso que gosto tanto da Gula. Cometemos o pecado, mas não sabemos disso. O que é uma forma de mantermos nossa consciência cinqüenta por cento limpa, já que só ligamos a gula aos milhões de chocolates ingeridos no dia anterior.

Mas interiormente não acredito que isso não nos salve de sermos levadas ao inferno de Dante, junto com os corruptos e mentirosos… Ah, qual é? É só mais um sapato poxa!

 

(post escrito para concorrer a uma vaga no Tudo de Blog 2009)