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Vingança? Bingo! Novembro 5, 2009

Posted by Nic in Divagações.
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Com diversas referências, que vão desde O Gladiador até Harry Potter, o mais novo filme de Tarantino surge como um novo desfecho a trágica segunda guerra mundial, que dizimou milhares e deixou uma boa quantidade de pessoas traumatizadas. É com música e abertura de época que a história de Bastardos Inglórios, dividida em três capítulos, começa. Shosanna Dreyfus (Mélaine Laurent) é uma judia que se refugia na casa do personagem de Denis Menochet, no sul da França, mas que pela intervenção de Hans Landa (Christoph Waltz ) acaba tendo sua família assassinada e é obrigada a fugir as pressas do local. Aliás, Waltz merece destaque na trama por sua interpretação genial, cruel e um tanto carismática, além de falar inglês, francês, alemão e até um pouco de italiano durante a história.

Do outro lado temos Brad Pitt, grande trunfo de Tarantino para atrair público para seu filme, no papel de Aldo Raine que organiza um grupo de soldados para lutar contra os nazistas. Além de comer durante partes do filme, hábito que já caracteriza Pitt, o ator dá um show de atuação e muitas vezes leva os espectadores a risos.

Mais para frente vemos Shosanna, agora mais velha, morando em Paris, com seu próprio cinema, que acaba fazendo parte do desfecho explosivo da história.

O que Tarantino faz nesse filme, a sangue frio, é realmente o que ficou entalado na garganta da humanidade durante a segunda guerra: trucidar os nazistas do jeito mais cruel e macabro possível!

Torturas, retaliações, humilhações… Isso é pouco quando se trata do modo como os nazistas são tratados no longa. Pitt e seu exército perseguem até o fim cada um dos nazistas. Um grito, capaz de pelo menos acalmar levemente – nem que por alguns segundos – as almas que ainda são perturbadas pelo terrível pesadelo que foi o controle de Hitler.

O final apoteótico, quase com fogos de artifício, é uma vingança contra as atrocidades cometidas pelos nazistas e abre os olhos do mundo (e se for possível, os de Mahmoud Ahmadinejad que ainda teima em dizer que o holocausto não existiu) para o sentimento mais puro daqueles que perderam tudo e mais um pouco nesses terríveis anos.

Bastardos Inglórios, com sua censura de 18 anos, é um deleite para os cinéfilos, para os historiadores e para aqueles que desejavam um fim mais trágico para Hitler e sua trupe. Pertence ao gênero de ação, mas muitas vezes tente a comédia com um humor fino que sempre antecede as cenas mais sanguinárias.

E falando de sangue, os efeitos do filme, em sua alta qualidade, permitem que cenas como cortes de cabeça e de retaliações alheias sejam possíveis de serem vistas, ainda que a maioria vire os olhos diante da realidade com que essas cenas são expostas.

Bastardos inglórios e seu novo final para a segunda guerra lotou os cinemas do mundo e recebeu excelentes críticas. Um bom filme de arte. Um bom filme de ação. Uma boa vingança.

Na memória Outubro 15, 2009

Posted by Nic in Especiais.
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Em meio a trabalhos de sociologia, pesquisas de ética, livros de psicologia e provas de teoria da imagem resolvi esquecê-los por um tempo, sabendo muito bem que os minutos que gastarei aqui serão muito mais bem gastos – por mais que eu realmente precise estudar pra prova de teoria da imagem.

Não falo mais com eles há algum tempo. Acho que pelas contas já vai fazer um ano. Na última vez que pus meus olhos neles eu estava machucada por dentro e por fora, me sentindo uma estranha no ninho e desesperada com as provas que estavam por vir.

Mas eles me receberam do mesmo jeito, com aqueles sorrisos e questionamentos sobre a minha vida, o que eu andava fazendo, se estava feliz…

Nada tinha mudado desde que me formei (no longínquo ano de 2007), para mim eles ainda eram meus professores, aqueles que me conheciam como ninguém, sabiam das minhas fraquezas e dos meus sonhos.

Foi a Bia, minha professora de gramática, que disse certa vez que tinha certeza de que eu ia gostar do “Diário de Anne Frank”, livro esse que começou a instigar o desejo de ser jornalista. Foi ela também que vibrou quando eu lhe trouxe o primeiro exemplar de jornal – de bairro – com uma matéria minha.

Como esquecer do querido Airton, professor de física, que em dias de entrega de prova as dobrava ao meio como uma piada fraca – mas que nos fazia rir gostosamente – de que assim nossa nota ia dobrar também. O imenso discurso que ele – então paraninfo da minha turma – fez na colação de grau ainda passeia pela minha mente as vezes.

E o professor de biologia, Hélvio, com suas folhas gastas e suas transparências fracas, que um dia me salvou de ter que ir a pé pra casa com uma carona agradável.

A querida Patrícia, professora de química, com suas fantasias de Halloween, histórias das mais diversas e sempre com um conselho quando eu mais precisava.

O amado Júnior,professor de inglês (que já ganhou esse post aqui).

A louca Odete, professora de literatura, que subia nos tamancos e mordia a língua para não usar palavras de baixo calão na sala de aula.

A lista fica ainda maior se eu for incluir os professores queridos do cursinho. A Vera, professora de geopolítica, sempre bem informada. O Tom, de geográfica natural, que recebia gritos de “lindo” quando entrava na sala. Tinha também o Fernando e o Dayli, dois amáveis professores de história, que me deliciavam com suas aulas – e que quase me fizeram trocar jornalismo por história. É preciso citar também o querido Fazolli, que sempre vinha me perguntar que livro eu estava lendo dessa vez enquanto tentava me ensinar um pouquinho que fosse sobre matrizes e determinantes…

Tenho certeza que esqueci de vários no meio dessa lista. Lista essa que foi feita de última hora como homenagem ao dia deles. Mas eu não podia deixar de tentar transferir um pouco das alegrias que eles me fizeram sentir ao longo de todos esses anos de estudo.

Quando olho para trás não vejo motivo para reclamar deles, todo tinham seus defeitos, mas eles fizeram parte dos melhores anos da minha vida. E é desse jeito, sem as aulas chatas, que eu quero que eles fiquem na minha memória. Eles, as pessoas que contribuíram para eu ser o que sou hoje. Meus professores. A todos vocês, aqui vai o meu obrigada!

Ordem na casa! Outubro 8, 2009

Posted by Nic in Tudo de Blog.
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É o stress chegar, a raiva subir e a TPM dar as caras que entra em ação o pacote chocolate+cobertas+livros, o melhor remédio contra os problemas diários que circulam pela minha vidinha pacata. Ah sim, um bom banho quente, cheio de cremes e texturas ajuda a eliminar o cansaço (e as sujeiras de São Paulo).

Mas não há nada, nada mais eficiente contra o meu mau-humor do que arrumar meu quarto. Manter a cabeça ocupada enquanto deixo o guarda-roupa, a estante de livros, os balagandãs multicoloridos, os bichos de pelúcia, os textos da facul, as revistas, os DVDs, os CDs, a caixa de esmaltes, os travesseiros e tudo mais que habita meu infinto particular em ordem ajuda, e muito!

À moda da casa Outubro 8, 2009

Posted by Nic in Tudo de Blog.
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Agora foi a vez do ENEM receber a sua cota de “glamour” da mídia no melhor jeito “brasileiro de ser”. Milhões de vestibulando vão ter que esperar “pacientemente” até o papai Noel trazer suas provas antes de começar a entrega dos presentes! Um grande desrespeito com todos aqueles que passaram MESES estudando para conseguir um lugar ao sol nas grandes universidades do Brasil e que seriam beneficiados com os poucos pontinhos que o ENEM fornece. O que fazer agora? O jeito é continuar estudando e não deixar que o stress de tudo isso prejudique as provas.

Mas, palavra de quem já passou por toda essa lenga-lenga, não é tão fácil quanto parece!

O post que eu apaguei Setembro 20, 2009

Posted by Nic in Divagações.
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Pois é, aqui tinha um texto bem triste, cheio de lágrimas, rancores e verdades.

E eu apaguei! Sabe por quê? Escrevê-lo me fez sentir melhor!

Não que aquilo que me magoa tenha ido embora com aquelas palavras. Não há como apertar o botão de DEL em assuntos assim. Existem tristezas que precisam ficar na gente, para crescermos e nos tornarmos gente descente! Pode não parecer agora, quando se está triste dificilmente se acha um motivo para as coisas.

Mas acredite em mim. As coisas vão se ajeitar, você vai tornar a sorrir e a ferida vai sarar. Faz parte da vida ok?!

Se mesmo assim você ainda se sentir mal, chore. Mas chore mesmo, com vontade, até você dormir. Depois disso suspire, ouça uma música que faça você sorrir e siga em frente. , faça igual a Maria do Bairro. Chorar não adiantou? Então escreva! Escreva tudo que te faz sentir mal, cite nomes, xingamentos, conte tudo o que lhe aconteceu, derrame lágrimas no papel.

A tristeza vai passar, acredite em mim, eu sei. Depois que as lágrimas pararem de cair, apague tudo. Não deixe vestígios. Respire fundo!

Passou não passou?

Eu sabia!

Ah sim. Esse post não foi escrito para ninguém em especial. Mas se serviu para alguém que precisava, fico feliz!

=D

Eu e meu lado Suplicy Setembro 14, 2009

Posted by Nic in Política-pra-que-te-quero, Tudo de Blog.
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Apesar de virar chacota nacional, até que as intenções do nosso querido Senador Suplicy não tão eram ruins. Mas como são poucas as pessoas que podem dar um verdadeiro cartão vermelho para o Sarney, resta imaginar como seria bom sair distribuindo uns cartõezinhos por ai. TPM, cólicas, ex-namorada de namorado, espinhas, mau humor, provas de matemática…

Seriam necessários quilômetros de cartões vermelhinhos para me deixar mais contente, mas como a opção é só um… Que tal dar um cartão vermelho para São Pedro, que nessas últimas semanas já me deixou ilhada três vezes na faculdade por causa das chuvas?

And the Oscar goes to… Setembro 12, 2009

Posted by Nic in Tudo de Blog.
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Minha vida daria um filme. Sério. Com direito a Oscar e tudo mais.

Já fui a moçinha e já tive um moçinho. Também já fui a melhor amiga da moçinha, a fada madrinha, e a vilã. Sou a desastrada, a chorona e a problemática.

Já me meti em cada história, uma mais hollywoodiana que a outra. Foram desastres, catástrofes, micos intermináveis, bobagens, brincadeiras, e situações séries, vindas direto do mais melodramático dos filmes. Tem espaço até para um pouquinho de terror, com sustos e tudo mais.

Seria um sucesso de bilheteria, agradaria a todos. Homens, mulheres, jovens e adultos. Falta só escolher uma entre as tantas trilhas sonoras.

Um verdadeiro blockbuster!

Eu twitto, você twitta, ele twitta… Setembro 12, 2009

Posted by Nic in Rotina.
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Sou uma pessoa que sede muito fácil quando pressionada, foi assim com o MSN, Orkut e, recentemente, com o Twitter (e essas situações não acabam por ai, vão desde filmes, livros, cortes de cabelos…), em resumo: se eu digo que não gosto, ou não quero uma coisa, pode ter certeza que posso mudar de opinião no mês seguinte. É a realidade, não sou uma pessoa de palavra!

Resolvi falar sobre isso depois de ler uma crônica do Walcyr Carrasco (novela das sete, só para situar os desavisados). O autor estava contando sua adocicada história de amor com o Twitter, e disse que no início não imaginava que ia acabar viciado no micro blog. E nem eu!

Fui relutante. Dizia que não ia entrar, que não tinha tempo para dar atenção a mais um site. Pois bem, eu continuo sem tempo (nota-se pela data do último post), mas sempre acho uma brecha no tempo-espaço para dar uma fuçada nos últimos posts dos meus 80 e trá-lá-lá follows, que vão desde os amigos até aqueles fakes tipo Nair Belo (bacio).

O caso é que hoje sou uma completa viciada em textos de 140 caracteres e como o Walcyr Carrasco, chego a falar mais com os meus amigos pelo twitter (Orkut, MSN e afins) do que pelo telefone ou ao vivo.

Estou tentando mudar essa situação, mas com os meus 6×10²³ trabalhos e os 180 bilhões de livros para ler, a situação talvez permaneça assim por algum tempo, até as coisas voltarem ao normal.

Ficou insatisfeito? Pode dar unfollow, não vou ficar triste!

Minha escola, minhas regras Agosto 23, 2009

Posted by Nic in Tudo de Blog.
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-Fora os professores de mau humor (eles são particularmente irritantes em dias… Bem, em todos os dias);

-Chega de cadeiras pequenas e duras (almofadas e grandes são bem mais agradáveis);

-Mais ventiladores silenciosos (será o fim das salas abafadas porque os professores precisam de silêncio);

-Janelas maiores (com vistas agradáveis de preferência);

-Aulas ao ar livre (curtir o sol na pele enquanto se estuda tem que melhorar o desempenho das pessoas);

-Comidas com mais sabor e menos gordura (aqueles lanches da lanchonete têm que ser trocados por coisas assadas e mais saudáveis);

-Aulas mais interativas (já que eu não posso acabar com a física, porque não torná-la mais prática e fácil de entender?)

-Implantação de armários (nada mais de ficar levando quilos e quilos de livros para a aula)

-Aulas de música, teatro, desenho, computação, etc. (optativas, assim alunos que não gostam de determinadas matérias não serão obrigados a frequentá-las e consequentemente não irão atrapalhar que estiver afim da aula);

-Uniforme (ele continua, mas os alunos é que serão responsáveis pelos modelos, cores, etc)

Idéias utópicas?

Meu emprego ideal Agosto 7, 2009

Posted by Nic in Rotina.
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Sim, para aqueles que tiveram dúvidas, eu ainda quero ser jornalista. Não mudei de opinião, apenas… Achei um plano B.

Estava eu numa livraria comprando um livro (só pra variar um pouco). De boa, eu só estava olhando, na minha, quietinha, quando ouço uma mulher falando da Becky Bloom. E a conversa não estava lá tão positiva.

Naturalmente, como toda boa mulher, a moça em questão estava dizendo que se sentiu atraída pelo filme por se tratar de uma mulher consumista compulsiva (prazer, Nicole), mas não tinha gostado tanto assim do filme. A vendedora estava com o primeiro livro em mãos (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom), dizendo que este era o livro baseado no filme.

Não consegui me segurar!

Ok.

Eu até poderia ter tentado.

Fui até a mulher e disse na minha voz mais amável:

“Na verdade, o filme é completamente diferente do livro, além do mais, eles adaptaram os dois primeiros livros para o filme, o que deixou a coisa meio fraca.”

Badabim badabom.

A mulher me abriu um sorriso enorme:

“Você já leu todos?”

“Sim, e são todos ótimos, particularmente o último é com certeza o melhor”

Daí, a vendedora, ao perceber que estava falando com uma conhecedora do assunto rapidamente me perguntou:

“E esse aqui, é bom?”

Lembra de Mim? Nossa, fantástico, muito bom mesmo!”

A mulher rapidamente pegou o livro em mãos e virou para a vendedora:

“Ah, ótimo, então eu vou levar esse.”

A vendedora sorriu para mim enquanto a mulher tirava outro livro da prateleira e sorria para mim mais uma vez:

“E esse aqui (Um bestseller para chamar de meu), é bom?”

“Esse eu não li ainda” respondi “ Mas ouvi ótimas críticas”

A mulher colocou mais um livro na pilha e virou-se para a vendedora:

“Ah, você tem ‘A Reunião’ e ‘O Arcano Nove’ da Meg Cabot?”

“Sim, um minuto que eu vou buscar”

“Aproveita e pega para mim o ‘A Terra das Sombras’ disse eu antes da vendedora ir para a outra estante.

“Está começando A Mediadora agora?” me perguntou a mulher enquanto pegava Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e o colova em mãos, junto com o outro.

“Não, na verdade eu já li todos no começo do ano, estou comprando porque não os tinha e como a Meg está vindo para o Brasil, agora no segundo semestre, quero que ela os autografe para mim”

“As continuações são tão boas quanto o primeiro?”

“Ótimas” eu respondi com um sorriso enquanto pensava em quão ótimo era o Jesse.

A mulher ficou me observando e olhou para a minha bolsa, que eu comprei pela internet e está escrito “So the Lion fell in Love with the Lamb

“Você gosta de Crepúsculo?”

“Sim, mas recentemente descobri uma série que é dez vezes melhor”

“Qual?” perguntou a mulher com os olhos brilhando.

“Chama House of Night

Fui até a prateleira procurar pelo livro com aquela capa rosa chamativa, intituladoMarcada.

“Acredite, ele é mil vezes melhor. Tem um mistério como A Mediadora, vampiros como em Crepúsculo, e se passa numa escola, mais ou menos como em Harry Potter

A mulher colocou mais aquele livro na pilha.

Quando a vendedora chegou, a mulher já tinha seis livros em mãos. A vendedora ficou olhando para mim e para a mulher, sorrindo.

“Ah, esse livro também tem vendido bem” disse a vendedora se referindo ao livro de capa rosa.

“Sim, esse mês é que vai sair o próximo não é, Traída certo?” perguntei eu.

“Sim” confirmou a vendedora.

“São só dois?” perguntou a mulher.

“Não” respondi eu “Pelo que eu ouvi falar serão ou 9 ou 12 livros, mas os 5 primeiros já existem em inglês, e se quer saber, são ótimos”

“Que bom, mês que vem eu já virei pegar o próximo”

E antes que eu me desse conta a mulher estava anotando os títulos dos livros que eu estava recomendando…

Pois é… Saraiva, me contrata!